TRIADPVP
Do zero até dentro do jogo

Três passos. Nenhum delesé mexer em versão.

O launcher abre a 1.5.2 por você, confere o cliente e te coloca no servidor. Você não procura versão, não instala Java e não configura nada.

Brutus, o urso mascote do TriadPvP, de terno e bandana vermelha, apresentando os três passos.

Brutus Instalar a 1.5.2 na mão era o que fazia metade da gente desistir em 2013. Aqui não. O launcher resolve, e você entra.

  1. 1

    Baixe o launcher

    Um instalador para Windows. Ele traz o Java certo dentro dele, então não precisa instalar nada à parte nem caçar a versão antiga em fórum.

    Cerca de 40 MB de Java enxuto, em vez dos 200 MB que os launchers da época carregavam
  2. 2

    Crie sua conta

    Um e-mail, um nick e uma senha. A mesma conta vale para o site, para o launcher e para entrar no jogo. Você não decora duas senhas, e não existe registro em dobro.

    É por ela também que a loja entrega o que você comprar
  3. 3

    Entre e pegue o kit

    Picareta de ferro, comida, couro e uma espada de pedra. Suficiente para chegar na mina e sobreviver, insuficiente para ganhar uma luta. O resto se conquista.

    O kit volta a cada 20 minutos, e é a rede de quem acabou de morrer
O launcher

Abre, confere e joga.

Confere o cliente antes de abrir

Cada arquivo do cliente é comparado com um manifesto assinado. O que não bater é reparado sozinho. O número da versão fica visível na tela, e publicado aqui no site, para você poder conferir.

Cliente pronto, sem catar mod

OptiFine, HUD próprio e texture pack do servidor já vêm dentro. Nove módulos de HUD que você liga e desliga: durabilidade, poções, FPS, CPS. Nenhum deles dá vantagem de combate.

As skins voltam a funcionar

A 1.5.2 busca skin num endereço que a Mojang desligou faz anos, e por isso todo mundo vira Steve. Como o cliente é nosso, ele aponta para o nosso servidor de skin. Você aparece como você.

Leve de verdade

Menos de 50 MB de memória com a janela aberta, e abertura instantânea. Ao clicar em jogar ele recolhe para a bandeja e fica cuidando do processo. Se o jogo cair, ele monta o relatório e reabre.

Anti-cheat

Brutus, o Justo

Brutus vestido de detetive, examinando um bloco de diamante com uma lupa.

O servidor pune. O cliente só informa.

As checagens que geram punição rodam no servidor, onde ninguém alcança. O cliente apenas prova que é o cliente que nós assinamos, e um sinal dele sozinho nunca vira punição.

Nunca existe ban automático

O automático vai no máximo até expulsão. Banimento é sempre decisão de gente, com a gravação anexada. Falso positivo é pior que hacker: o hacker você bane depois, o jogador legítimo expulso no meio da luta não volta.

Toda detecção guarda os 10 segundos anteriores

Posição, rotação, velocidade, hits e ping dos 200 ticks antes do flagra. Quem for banido vê a própria gravação. Sem isso, banimento é a palavra da equipe contra a do jogador.

O que a gente não olha

Nada de lista de processos, título de janela, captura de tela, leitura de memória de outro programa ou registro de teclas. O dispositivo é identificado por um hash, nunca guardamos o número de série de nada, e você revoga o aparelho quando quiser.

Autoclick é permitido, com teto de 18 cliques por segundo. Acima disso o hit é ignorado, não punido. Quem clica bem com a mão chega perto do mesmo teto, então o macro poupa o pulso, não compra vitória, e quem não conhece o truque não perde a luta por isso.

Regra do documento mestre